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Posts Tagged ‘TV Brasil’

Trilha de Letras estreia na TV Brasil nesta quinta, 27

Divulgação TV Brasil

Sob o comando do escritor Raphael Montes, o programa de entrevistas Trilha de Letras é a mais nova atração da TV Brasil. No talk show semanal, Raphael bate papo sobre literatura com autores e editores convidados. A entrevista de estreia vai ao ar nesta quinta (27/04), às 21h30, com músico e escritor Tony Bellotto.

Além de Tony Bellotto, Raphael Montes já gravou entrevistas com outros escritores como Arthur Dapieve, Heloísa Buarque de Holanda, Sérgio Rodrigues, Simone Campos, Marcelo Moutinho, Viviane Mosé, Elisa Lucinda, Marcelino Freire e Xico Sá.

No programa de estreia, Raphael e Tony Bellotto falam sobre as críticas em relação ao gênero policial.

Com direção da jornalista Emília Ferraz e duração de 26 minutos, o programa Trilha de Letras vai ao ar semanalmente às quintas, às 21h30, na TV Brasil. No talk show, os autores convidados debatem assuntos em pauta na sociedade a partir da literatura. A proposta é refletir com Raphael Montes sobre questões levantadas em suas obras.

Em sonoras gravadas, outros escritores também discutem os temas literários abordados no bate-papo. O programa tem ainda quadros com vídeos em que booktubers mostram a sua produção literária e a participação especial da jornalista Katy Navarro que traz uma análise com sugestões de livros.

Elogiado pelo escritor americano Scott Turow, Raphael Montes tem 26 anos e é autor de três romances policiais: Suicidas (2012),  que foi finalista dos prêmios Benvirá e Machado de Assis;  Dias Perfeitos (2014), publicado em 14 países, e Jantar Secreto (2016). Ele é autor ainda de um livro de contos: O Vilarejo. Nos últimos três anos, Raphael Montes também colaborou nos roteiros das séries Espinosa (GNT/2015), Supermax (Globo/2016) e na novela A Regra do Jogo (Globo/2016).

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Arte do Artista – Jesuíta Barbosa fala sobre estranhamento com Rio de Janeiro

Divulgação TV Brasil

Apontado como revelação do cinema nacional, o ator Jesuíta Barbosa é o entrevistado nesta terça-feira (25/04), às 21h30, do programa “Arte do Artista”. No bate-papo com o apresentador Aderbal Freire-Filho, Jesuíta conta sua trajetória no teatro e nas telinhas desde a época em que morava em Fortaleza.

Jesuíta ganhou projeção nacional com o filme Tatuagem, e por sua interpretação como irmão de Wagner Moura no longa-metragem Praia do Futuro. Desde então, mudou-se para o Rio de Janeiro e não parou mais, atuando em novelas e minisséries na televisão.

Na entrevista do programa da TV Brasil, Jesuíta conta que nasceu em Pernambuco, na cidade de Parnamirim, mas cresceu em Fortaleza. Assim como Aderbal, Jesuíta também começou sua carreira de ator no Teatro José de Alencar, na capital cearense. Na conversa, ele fala ainda sobre o gosto musical da família e revela que seu pai é delegado de polícia civil. 

No início da carreira em Fortaleza, Jesuíta integrou o coletivo artístico As Travestidas. “No grupo eu dublava a Elis Regina. Lá a gente dublava e cantava. Foi lá que eu encontrei a liberdade de criar”, diz o ator.

No início do programa, ele aparece em uma performance dublando a música “Sinal Fechado”, interpretada por Elis Regina. Jesuíta também falou sobre a importância do grupo que dá visibilidade ao universo dos travestis e transexuais. “O turismo sexual no Ceará ainda é muito forte. Nesse sentido, o trabalho do grupo As Travestidas tem um papel importante lá”, afirma.

Atualmente, Jesuíta mora no Rio de Janeiro, cidade que considera “estranha” para se viver. “Eu acho muito esquisito viver no Rio. Ainda não me acostumei com o carioca, que é muito diferente de onde eu venho. Mas estou começando a entender a cabeça deles”, diz.

O ator afirmou ainda que não sente necessidade de neutralizar o sotaque nordestino para atuar na TV. “Será que eu realmente preciso perder meu sotaque para fazer TV? Por que esse personagem não pode ser nordestino? Eu tenho me perguntado sobre isso e tenho tentado não perder o sotaque por enquanto”, pondera o ator.

O ator também falou da parceria com os colegas atores, como Wagner Moura, e sobre a técnica da preparadora de elenco Fátima Toledo, conhecida por preparar os atores para o cinema de forma intensa. “Ela maltrata. É difícil entender de primeiro, mas quando se acostuma, você entende que precisa dizer a ele o seu limite. É o que ela espera de você”, afirma Jesuíta.

TV Brasil exibe final da série “A Grande Viagem” protagonizada por Umberto Magnani

Divulgação TV Brasil

A série “A Grande Viagem” termina com uma jornada pela Itália no capítulo final que a TV Brasil apresenta nesta quarta (19/04), às 21h30. A produção nacional acompanha a história de vovô Mário (Umberto Magnani), um ex-vendedor de guias de viagens que dá os primeiros sinais da perda de memória com o Mal de Alzheimer.

O neto Lipe (Léo Palhano) busca ajudá-lo a lidar com a situação de forma natural e recuperar suas lembranças perdidas. Juntos, eles vivem várias aventuras em uma trama que combina imaginação, coragem e muito amor.

Com 13 episódios, a atração é produzida pela Aurora Filmes com coprodução da Haikai Filmes e foi um dos últimos trabalhos de Umberto Magnani, que morreu aos 75 anos, no final de abril de 2016.

No último episódio da série, vovô quer desistir de sua busca, mas Lipe o convence a fazer mais uma viagem. Para a surpresa de avô e neto, a dupla chega na Itália, em 1946. Lipe e Mário observaram que muitas famílias deixam o vilarejo em busca de uma vida melhor.

Durante esse percurso, uma criança desaparece. Avô e neto surpreendem-se com o que descobrem na derradeira viagem mágica repleta de fascinantes matronas, palhaços e soldadinhos de chumbo.

Caminhos da Reportagem, hoje (6) paixão e fúria das torcidas organizadas

Divulgação TV Brasil

O “Caminhos da Reportagem” desta quinta (06/04), às 22h, na TV Brasil, discute a violência das torcidas organizadas do futebol brasileiro. O programa apresenta um painel sobre o tema ao entrevistar estudiosos e torcedores que comentam as causas do problema e formas de lidar com a situação.

Participam da matéria especial os jornalistas esportivos Tim Vickery e Marcio Guedes, os promotores Rodrigo Terra e Paulo Castilho, o sociólogo Mauricio Murad e a deputada Martha Rocha, primeira mulher na história a chefiar a Polícia Civil do Rio de Janeiro. O Caminhos da Reportagem também conversa com torcedores que buscam estimular a paz nos estádios.

Os crimes cada vez mais bárbaros, como o do torcedor botafoguense assassinado com um espeto de churrasco, em frente ao estádio Nilton Santos, o Engenhão, no Rio de Janeiro, mostram que não é mais possível que o poder público não atue de forma severa em busca de soluções.

A operação Jogo Limpo deteve oito pessoas e recolheu armas, dinheiro e acessórios de uma torcida organizada. Os integrantes são acusados de assassinar o torcedor Diego Silva dos Santos. A camisa da vítima foi encontrada na casa de um dos presos.

De acordo com as estatísticas, nos últimos vinte anos foram quase duzentas mortes relacionadas a confrontos entre torcedores rivais. A infiltração de facções criminosas e da milícia nesses grupos também é alarmante.

Segundo autoridades, o modelo de torcida organizada já sucumbiu. “Exauriu sua possibilidade de existência”, define o promotor público Paulo Castilho, do Juizado Especial Criminal, que já pediu a extinção judicial da Gaviões da Fiel e da Mancha Alviverde.

Para o escritor e pesquisador Mauricio Murad, muitos criminosos entram nessas associações para cometer crimes. “Nenhuma grande torcida está livre de invasão e entrada de gangues ligadas ao crime organizado”, avalia o sociólogo.

O jornalista esportivo Márcio Guedes é enfático ao defender que se cumpra a legislação em vigor no país. “As pessoas que isso tem que ser punidas. É simples”, afirma o profissional de imprensa.

O programa mostra que este não é um problema apenas de Brasil. Na vizinha Argentina, os Barras Bravas criaram um tipo de poder paralelo. São acusados, além das agressões, de tráfico de drogas e até de envolvimento com operações ilegais de câmbio.

A equipe de reportagem destaca iniciativas de combate a esses grupos e analisa de que forma o problema vem sendo combatido na Europa, principalmente nas ligas inglesa e alemã, as que mais cresceram nos últimos anos.

Drauzio Varella “Estação Plural”

Divulgação TV Brasil

O médico e escritor Drauzio Varella é o convidado do programa “Estação Plural” da TV Brasil nesta sexta (31/03), às 23h. Ele bate um papo descontraído com o trio de apresentadores formado por Fefito, Mel Gonçalves e Ellen Oléria. Sexualidade, homofobia, orgulho nacional e as mentiras contadas no primeiro encontro são alguns dos assuntos tratados na entrevista.

Autor de 13 livros, Drauzio é cancerologista e imunologista. O médico foi um dos pioneiros no tratamento da AIDS, especialmente do sarcoma de Kaposi, no Brasil. Ele também já emprestou o seu conhecimento e credibilidade a diversas séries de televisão voltadas para a saúde.

Ao conversar sobre sexualidade com Fefito, Mel e Ellen, o médico pergunta: “Porque o prazer do outro incomoda tanto você?”. Assim, Drauzio Varella apimenta a discussão sobre um tema que ainda é polêmico para muitos, que é a sexualidade. Durante o bate-papo, ele afirma que a homofobia é fruto da ignorância e sexualidade não é uma opção, ela se impõe.

Além de sexualidade, o programa aborda a honra de nascer no Brasil e as mentiras que as pessoas contam no primeiro encontro. “Eu tenho orgulho de ser brasileiro”, afirma Drauzio, sem hesitar, antes de estender o rumo da prosa para a vontade de agradar e a dificuldade que todos têm, inclusive ele mesmo, de falar a verdade em algumas situações.

No desafio Aurélia, quadro em que os convidados tentam adivinhar o significado de termos do universo LGBT, o médico busca descobrir o sentido da expressão “ofofi” na linguagem pajubá.

No último bloco, Drauzio Varella explica que não há um exame que detecte que uma pessoa seja homossexual, trangênero ou heterossexual, mas destaca que a ciência está cada vez mais perto de comprovar que o que define biologicamente a sexualidade humana é a herança genética.

O Estação Plural é apresentado toda sexta-feira, às 23h, na TV Brasil, e tem horários alternativos na grade da emissora pública. O programa também vai ao ar nas ondas do rádio.

Pela Rádio Nacional FM de Brasília, o ouvinte fica ligado na atração às sextas, às 23h. Já através da Rádio Nacional AM de Brasília, pode acompanhar o programa aos sábados, às 11h, enquanto a Rádio MEC AM do Rio de Janeiro transmite o Estação Plural aos sábados, às 23h.