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Posts Tagged ‘TV Brasil’

Caminhos da Reportagem, hoje (26) Vovó blogueira de Brasília

Divulgação – TV Brasil

Os idosos e a internet. Este é o tema do programa jornalístico Caminhos da Reportagem, que vai ao ar nesta quinta-feira (26/04), às 21h45, na TV Brasil. Nos últimos anos, os idosos têm acompanhado o aumento do acesso à internet no Brasil e no mundo. Dos 207 milhões de brasileiros, 29,6 milhões têm mais de 60 anos.

Entre 2013 e 2016, o número de brasileiros acima de 60 anos que usou a internet no mínimo uma vez na vida passou de 3 milhões para 6 milhões. Mas, apenas 19% das pessoas da terceira idade no Brasil são usuárias de internet, segundo dados do IBGE e da pesquisa TIC Domicílios.

 O Caminhos da Reportagem entrevistou idosos de hoje para mostrar como eles acompanharam ou não a transição da era analógica para a era digital e para questionar o que a sociedade vem fazendo para permitir que eles e os jovens, os velhos de amanhã, sejam incluídos nesta vida cada vez mais tecnológica.

Os repórteres conversaram com especialistas e com pessoas com mais de 60 anos que aderiram à tecnologia no dia a dia, como Malu Silva, a “vovó blogueira de Brasília”. Ela criou um blog para acompanhar a evolução da tecnologia para se manter no mercado do trabalho. Também foram entrevistadas pessoas que se incomodam com a velocidade da tecnologia, como Maria Leda Santos, que não tem um e-mail nem gosta de redes sociais.

A difusão das tecnologias, a inclusão ou a exclusão digital estão relacionadas também à questão da educação e da escolaridade. Entre as pessoas de 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo chega a 20,4%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2016.

 Segundo a pesquisadora Margô de Oliveira Karnikowski, da Universidade de Brasília, essas tecnologias não foram pensadas para que os idosos tivessem acesso a elas. A negação da velhice, de acordo com a professora, “também se faz presente nas pessoas que desenvolvem as tecnologias”.

O coordenador da pesquisa TIC Domicílios, Winston Oyadomari, completa: “Essa é uma das populações que tem o maior nível de exclusão no uso de internet hoje no Brasil. Então se quatro em cada cinco idosos não estão usando a internet, você não tem como pensar na internet universal para todos sem considerar as necessidades dessa população”, afirma Oyadomari.

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Ilana Casoy explica como elucida famosos casos de polícia no Brasil em entrevista ao “Trilha de Letras”

DIVULGAÇÃO – TV BRASIL

Apontada como uma das maiores especialistas em serial killers, a criminóloga Ilana Casoy é a entrevistada do escritor Raphael Montes no programa “Trilha de Letras”, que vai ao ar nesta terça-feira (24/04), às 21h15, na TV Brasil. No bate-papo, Ilana conta como é o seu trabalho para ajudar a elucidar famosos casos de polícia no Brasil.

“Ajudo a polícia, o Ministério Público a entender o perfil do criminoso. É um quebra-cabeça de um milhão de peças”, diz Ilana, que tem 20 anos de carreira como criminóloga e com cinco livros publicados no currículo. Ela já publicou livros sobre crimes que ficaram famosos no Brasil, como A Prova é a Testemunha, relato do Caso Nardoni, e O Quinto Mandamento – Caso de Polícia, sobre o assassinato do casal Richthofen.

Na conversa com Raphael Montes, Ilana Casoy fala sobre como seu trabalho pode ajudar nas investigações policiais. “O fato de eu não ser da polícia pode ajudar muito como nos interrogatórios, por exemplo”, afirma a criminóloga. Ela atuou em vários casos famosos de serial killers brasileiros, como “Chico Picadinho”, o “Maníaco de Contagem” e o “Maníaco de Guarulhos”.

Atualmente, ela está ajudando a defesa do caso Gil Rugai. O estudante Gil Rugai foi condenado a mais de 33 anos de prisão por matar o pai e a madrasta. “Esse caso é um pesadelo! Ele está preso, mas há provas de que ele não estava no local do crime na hora dos assassinatos”, conta Ilana.

Mídia em Foco, hoje (16) Especialistas discutem mercado audiovisual brasileiro

Divulgação – TV Brasil

A produção nacional de longas-metragens, séries e games aumentou consideravelmente nos últimos anos. Estimulado pelas políticas de fomento, o setor audiovisual brasileiro continuou crescendo mesmo em tempos de crise econômica.

Com um novo cenário político e econômico, qual será o futuro do mercado audiovisual no Brasil? Para responder a essa pergunta, o programa “Mídia em Foco”, apresentado pela jornalista Paula Abritta na TV Brasil recebe nesta segunda-feira (16/04), às 22h45, a diretora da Ancine, Débora Ivanov; o advogado Gilberto Toscano; e a jornalista Krishna Mahon, responsável pelo conteúdo de alguns canais de TV fechada.

A produção da emissora pública investiga diversos aspectos dessa indústria que, apesar da crise, continua em franca expansão no país e no exterior. Histórico, modelo de negócio, financiamento, exportação, mercado de games, produção regionais, questões de gênero e incentivo à participação feminina são algumas das perspectivas levantadas pelos convidados.

Especialista no setor audiovisual, o advogado Gilberto Toscano alerta que a produção nacional independente ainda está condicionada aos recursos públicos para concretizar os projetos. “Nosso audiovisual brasileiro independente continua em grande medida dependente de financiamento público”, adverte.

O advogado sugere outros modelos de negócio. “O produtor não deve fazer uma associação automática entre querer produzir e financiamento público. Precisa olhar o financiamento de uma forma mais ampla, com uma gama de possibilidades. Pensar em financiamento privado como pré-venda, permuta e crowdfunding”, enumera algumas oportunidades de negócio.

Os convidados também apontam para os novos caminhos do audiovisual. De acordo com Débora Ivanov, diretora da Ancine, o advento das novas tecnologias estimula o público a ficar mais exigente. “O audiovisual cresce independente da crise e no mundo inteiro. Os estudos apontam que a tendência do entretenimento é de crescimento Com a convergência das mídias, o consumidor, quer cada vez mais conteúdo e quer conteúdo original”, destaca.

“O entretenimento é um setor em expansão. Em momentos de crise econômica, ele não é diretamente atingido porque tem um potencial reprimido muito grande em países com déficit de infraestrutura”, completa Gilberto Toscano.

Já a jornalista Krishna Mahon, diretora de conteúdo dos canais History, A&E e Lifetime, reflete sobre o semento não só sob o prisma do trabalho autoral, mas também a partir da perspectiva do audiovisual como negócio.

“A gente está deixando de pensar só no autoral para olhar como negócio porque a gente é um negócio. O audiovisual, quanto mais você faz, assim como no esporte, melhor você fica naquilo”, analisa.

Outro tema abordado pelos especialistas no programa da TV Brasil é o potencial de exportação das obras. Se por um lado a dramaturgia brasileira é referência, por outro o idioma é uma barreira. Essa inserção no mercado internacional pode ocorrer de várias formas. Uma delas é a participação nos grandes festivais.

A produção para o público infantil, incluindo os desenhos para televisão, merece atenção especial. “A animação tem uma vantagem. O conteúdo infantil é fácil dublar. São os produtos que mais circulam”, explica Débora Ivanov.

A jornalista Krishna Mahon debate esse consumo. “Uma criança assiste zilhões de vezes o mesmo episódio e outra da mesma idade também vai consumir aquele conteúdo. Isso te dá uma possibilidade de licenciamento de boneco, caderno, mochila e tantos outros itens. Isso vira um negócio gigantesco”, afirma.

Os especialistas que participam dessa edição do Mídia em Foco abordam também o estímulo à produção audiovisual das diversas regiões do país. “Sou mega a favor da descentralização”, ressalta Krishna Mahon, diretora de conteúdo dos canais History, A&E e Lifetime.

“Vejo uma efervescência no Recife, o cone está cada vez mais forte, produtoras do Sul estão bombando com produções cada vez melhores. Que legal que o Fundo Setorial olhou para isso de outra forma e conseguiu adaptar de tal forma que o modelo de negócio fique mais atrativo para todos os players”, completa.

Viralizando, hoje (13) universo pop-nerd-geek com youtuber Natalia Kreuser

Divulgação – TV Brasil

A ascensão cultura pop-nerd-geek ao estrelato digital pauta a entrevista inédita do programa “Viralizando” desta sexta-feira (13/04), às 21h15, na TV Brasil. O apresentador Alan Ribeiro bate um papo com a youtuber Natalia Kreuser, autora, entre do vlog “Kreuser tipo Freud”.

Megulhada nesse mundo da internet desde 2008, a jovem tem um canal sobre games, séries, filmes, desafios e músicas. Hoje, Natalia tem mais de 200 mil seguidores. Durante a conversa, ela recorda os tempos de orkut, os fakes (perfils falsos) que fizeram dela na época e destaca três referências no seu início: Guilherme Zaider, PC Siqueira e Felipe Neto.

Natalia Kreuser também comenta os desafios de encontrar um formato apropriado para o seu trabalho na web. No canal, a youtuber reflete sobre produções de filmes e séries. Também apresenta notícias sobre games e eventos da área.

“São assuntos que sempre gostei desde a infância. Na real, começou a ficar nesse formato mais técnico de dois anos para cá. Antes eu nem gostava de chamar os vídeos de críticas porque confere um peso. Eu chamava de análise”, revela.

Além de passar por todos esses temas da cultura pop, que invadiu as redes e transformou geeks em protagonistas digitais, a youtuber também fala sobre seus vídeos que abordam a sexualidade e o feminismo. Natalia Kreuser aborda relacionamento e sexualização dos adolescentes.

“Queria falar de uma forma leve”, lembra sobre quando tratava dessas questões no vlog. “Até hoje falo de uns conteúdos assim, sobre sociedade, mas de uma forma que possa contextualizar nas críticas de cinema. Acaba sendo a indicação de um conteúdo cinematográfico, mas discuto outras temáticas que considero importantes”, ressalta a youtuber.

TV Brasil emite Nota de Pesar

DIVULGAÇÃO – TV BRASIL

A assessoria de comunicação da TV Brasil encaminhou Nota de Pesar pelo falecimento do jornalista Edmilson Filho. Segue na íntegra: 

“A Direção da EBC lamenta o falecimento do jornalista Edmilson França Coelho Filho, apresentador do telejornal Repórter Maranhão, da TV Brasil. Ele morreu na manhã desta segunda-feira (9) após passar mal em sua casa e ir para o hospital com suspeita de infarto.

A trajetória profissional de Edmilson se mistura à história da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) no Maranhão. Ele começou na empresa em 1977. Trabalhou como locutor e apresentador na antiga TVE Maranhão, hoje TV Brasil. 

Por décadas, apresentou teleaulas e levava notícias locais para os maranhenses por meio dos telejornais TVE Notícias, Maranhão Notícias e atualmente o Repórter Maranhão. Nos anos 1970, Edmilson também atuou nas Rádios Ribamar, Difusora AM e Mirante.

Nascido no dia 11 de dezembro de 1955, era o filho mais velho de seis irmãos. Edmilson deixa 8 filhos. A Direção da EBC homenageia esse jornalista que, com dedicação e brilho profissional, ajudou a construir a história da empresa. Ao mesmo tempo, presta solidariedade aos empregados da Regional do Maranhão, seus familiares e amigos.

O velório será na Pax União, centro de São Luís, a partir das 17h. O local e horário do sepultamento ainda não foram definidos”.