Archive

Posts Tagged ‘Profissão Repórter’

Profissão Repórter, hoje (28) festa de sadomasoquismo, cinemas de filmes pornô e teatros de strip-tease

Divulgação TV Globo

A noite de São Paulo é conhecida como uma das mais ecléticas e abrangentes do mundo. Durante a madrugada, há eventos para diversos públicos, com diferentes objetivos, como as festas de filosofia mais libertária que o ‘Profissão Repórter’ visita, nesta quarta-feira (28/09).

Na região central da cidade, a repórter Mayara Teixeira encontra um bar para quem quer começar a entender o que é o mundo dos fetiches. Ali, ela conhece pessoas que a apresentam a maior festa de sadomasoquismo da capital, com fetichistas mais experientes.

Danielle Zampollo, por sua vez, viveu outro tipo de experiência. Em uma festa na famosa Rua Augusta, as pessoas podem se expressar livremente, seja em relação à roupa ou à conduta. “A proposta daquele evento era para as pessoas se sentirem livres para fazer ou vestir o que quisessem: podiam ficar nus, podiam fazer sexo na pista ou em algum dark room, podiam usar a roupa que quisessem”, conta a repórter.

Em outro evento, que nasceu no boêmio bairro da Vila Madalena e que teve uma edição especial em Bragança Paulista (SP), os convidados usam (pouca) roupa inspirada nos personagens da mitologia grega. “Com tanta intolerância, espaços como estes em SP permitem que as pessoas se expressem como quiserem. Não é uma casa de swing”, opina.

Locais antes muito frequentados no centro de São Paulo, cinemas de filmes pornô e teatros de strip-tease sofrem com o baixo movimento. Armando Gabriel, gerente do teatro Orion, culpa a internet pelo baixo movimento. Numa sexta à noite, não havia mais do que vinte pessoas na plateia. O bancário Rafael Franco revela ao repórter Victor Ferreira que não gosta de internet. “Acho que nada substitui o ao vivo, né?”, diz Franco, sentado na primeira fila.

O ‘Profissão Repórter’ vai ao ar às quartas-feiras na TV Globo, depois do Futebol.

Profissão Repórter mostra o aumento dos incêndios durante a seca, hoje dia 14

A Ilha do Bananal, no estado do Tocantins, tem uma brigada de incêndio formada por 50 indígenas da região. A repórter Danielle Zampollo acompanhou o trabalho exaustivo de combate aos incêndios. No maior deles, a equipe levou cinco horas para controlar o fogo. Parte das terras indígenas da ilha do Bananal é arrendada para criadores de gado. O hábito de colocar fogo para renovar a pastagem é apontado como a principal causa dos incêndios.

A repórter Mayara Teixeira entrou na favela Alba, na zona sul de São Paulo, no momento em que os moradores tentavam controlar um grande incêndio. Wellington, um menino autista de 11 anos, morreu dentro de casa. As construções de madeira e a fiação elétrica exposta são um risco constante. Desde o começo do ano, aconteceram mais de 100 incêndios nas favelas da cidade de São Paulo.

Profissão Repórter, hoje (31) acumuladores

‘Profissão Repórter’ aborda o namoro na adolescência, hoje 15-05

Uma casa lotada de coleções de brinquedos, roupas e instrumentos. Em outra, mais de 70 cachorros vivem juntos, sem qualquer estrutura necessária para essa quantidade de animais. Pedaços de madeira, entulho, objetos usados, tudo pode ser importante ou servir para alguma coisa. É assim que pensam os acumuladores, pessoas que passam a vida juntando objetos, lixo e animais de maneira desequilibrada, como mostra o ‘Profissão Repórter’ desta quarta-feira (31/08), na TV Globo.  

Em um apartamento de 140m², Caco Barcellos encontra Idalce Reis, uma empregada doméstica que ficou sozinha depois da morte da patroa e passou a acumular brinquedos, roupas, relógios, instrumentos musicais e muitas outras coisas. Com a aposentadoria, ela vai de brechó em brechó em busca de algo que possa ser útil.

Depois de uma busca, Guilherme Belarmino encontrou dois homens que têm algumas coisas em comum: ambos são sozinhos, criam mais de 70 cachorros e vivem de doações para conseguir mantê-los, no Rio Grande do Sul.  O departamento de psicologia da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica) tem um grupo que estuda o caso de 30 acumuladores e que tem oferta de tratamento para aqueles que aceitam.

A equipe do ‘Profissão Repórter’ chega ainda à casa de um homem que morreu ao lado do lixo acumulado dentro de casa, em Guarulhos (SP). Em três dias de trabalho, a prefeitura retirou 30 caminhões de entulhos da residência de William Ferreira, morto aos 76 anos. “Ele trocava os filhos pelas madeiras, pelo entulho, infelizmente”, diz uma das filhas, que saiu de casa porque não conseguia mais conviver com o lixo acumulado pelo pai.

O ‘Profissão Repórter’ vai ao ar às quartas-feiras, depois do futebol.

Profissão Repórter, hoje (24) as cidades mais violentas do Brasil

Divulgação TV Globo

“Vão ter quatro sepultamentos agora à tarde. Mas tem dia em que são 10, 12 e assim vai”. A declaração é de um coveiro do cemitério São José, o maior de Maceió (AL), a Caco Barcellos. Em um estado onde, de cada 13 vítimas de homicídio, 12 são negras, não é difícil encontrar histórias de quem encara a morte como algo banal. “A gente vê a banalização da vida; eles tratam aquilo como atração turística, acontecimento no bairro”, conta o jornalista do ‘Profissão Repórter’, que, nesta quarta-feira (24/08), no “Profissão Repórter”, revela dados de um levantamento exclusivo: de 898 homicídios em Alagoas, ocorridos no primeiro semestre de 2016, dois eram de brancos.

“Nem as pessoas nem as autoridades tinham consciência disso. Fizemos essa pesquisa e o que impressiona é a enorme impunidade envolvendo casos de pessoas de baixa renda e negras”, explica Barcellos. Em outra capital ainda mais violenta, São Luís (MA), o repórter Estevan Muniz acompanha o trabalho dos socorristas do Samu e da delegacia de homicídios da cidade. Ali, os casos de assassinato acontecem, na maioria das vezes, no meio da rua, na porta da casa da vítima.

Na Bahia, a Praia do Forte é um destino muito procurado por turistas. Mas é também parte do município de Mata de São João, que convive com uma das maiores taxas de violência do país. O repórter Victor Ferreira teve acesso aos boletins de ocorrência de 37 homicídios que aconteceram na cidade em 2014 e, segundo a promotora Luiza Amoedo, 32 mortes nunca chegaram a ser comunicadas à Justiça pela delegacia local.

O ‘Profissão Repórter’ vai ao ar às quartas-feiras na TV Globo, depois do Futebol.

Profissão Repórter, hoje (20) construção de Belo Monte

 ‘Profissão Repórter’ aborda o namoro na adolescência, hoje 15-05

O Profissão Repórter desta quarta-feira (20) percorre o oeste do Pará para retratar as transformações causadas pela obra de Belo Monte, uma das maiores hidrelétricas do Brasil.
Com a etapa final das obras de construção civil na usina, cerca de 20 mil trabalhadores já foram demitidos. O cenário em Altamira, a maior cidade da região, é o oposto do registrado pela equipe do programa há quatro anos. Agora, em vez de ônibus chegando lotados de diversos pontos do Brasil, o que se vê são trabalhadores voltando para suas casas.

O Profissão Repórter é nesta quarta-feira (20), depois do futebol.