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Veja foto de Kelly Cyclone MORTA!

Veja foto de Kelly Cyclone MORTA!

Postado 20/07• NTB• Imagem Radar Notícias

O corpo foi encontrado em via pública por moradores locais e apresentava marcas de tiros nas costas e estava com ferimentos, o que indica, segundo a polícia, que Kelly pode ter sido vítima de espancamento. Ainda não há informações sobre autoria do crime e sobre o motivo.

De acordo com a Central de Polícia, Kelly Cyclone também teria sido esfaqueada na barriga. O crime é investigado pela delegacia de Lauro de Freitas. Informações iniciais dão conta de que Kelly teria pego uma carona com um rapaz, ainda não identificado, para voltar para casa. O homem, então, a levou para Lauro de Freitas e executou.

Kelly Cyclone foi levadas às pressas para o Hospital Menandro de Farias, mas não resistiu aos ferimentos.

 

KELLY CYCLONE NÃO ESTAVA NO PDT, DIZ BRUST

O presidente estadual do PDT, Alexandre Brust, em contato com o Bahia Notícias, disse que buscou informações com o diretório da sigla em Lauro de Freitas e obteve a confirmação de que Kelly Cyclone, morta aos 23 anos na madrugada da última segunda-feira (18), e supostamente envolvida com o comércio de drogas, não tinha efetivado a filiação no partido. Apesar de ela ter declarado em uma blitz policial que sairia candidata a vereadora pela agremiação, o secretário do PDT laurofreitense, Juracy Gonçalves, assegurou a ele que o registro da “patroa do tráfico” não foi localizado. “Ela nunca sequer foi filiada ao PDT. Tudo não passou de uma grosseira especulação. Mesmo que ela fosse filiada, o PDT nunca compactuou e nunca compactuaria com droga. Droga, o PDT está fora, tanto na política quanto na específica”, afirmou. Nesta terça-feira (19), Brust tinha revelado a este mesmo site que “ouviu a história” de que ela faria parte dos quadros da legenda na cidade metropolitana. Com o esclarecimento, ele já pediu uma certidão para comprovar que Kelly não era pedetista.

Portal Bahia Notícias

Morre Kelly Cyclone: “patroa do tráfico” de Salvador é assassinada em Lauro de Freitas(Vídeos e fotos)vídeo homenagem e sepultamento!

 

Foi assassinada na madrugada desta segunda, 18, no município de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, a jovem “Kelly Cyclone” ou “Kelly Doçura”.
Kelly Sales Silva, 22, era o nome verdadeiro da garota de 22 anos que teve a vida arruinada pelo “vida loka”, como ela mesma fazia questão de dizer.
Segundo o Correio, o corpo da jovem apresentava marcas de tiros nas costas e estava com ferimentos, por conta de, provavelmente, ter sido vítima de espancamento.
Ainda não há pistas de quem matou a jovem que também era chamada de “Dama do pó”. Segundo a polícia, Kelly teria sido esfaqueada na barriga e depois abandonada no centro do município de Lauro de Freitas. A delegacia de Lauro de Freitas investiga o crime.

Candidata a vereadora e “musa do crime” nas redes sociais
Apesar de ser conhecida como a “Patroa do tráfico” no mundo do crime, em sua ficha constava somente uma acusação referente a “Festa do pó” de 2010.
Acredita-se que a imagem de “Kelly Cyclone” ou “Kelly Doçura” vinha sendo trabalhada para provavelmente concorrer às eleições municipais, como chegou a ser anunciado na imprensa baiana.

A pseudo-celebridade fazia sucesso na web ao postar fotos com armas e até com artistas, como ocorreu com Flavinho da banda “Os Barões”. Kelly gostava de publicar vídeos dançando sensualmente. Um de seus vídeos no Youtube atingiu a marca de 245 mil acessos.
Em outro vídeo, a jovem aparece nua e tomando banho numatremenda algazarra com amigas. Kelly Doçura tinha conta Orkut, Twitter, Facebook, flogão e tinha até um blog. Ela foi ex-esposa de um dos líderes do tráfico de drogas morto há alguns anos na capital baiana.

Foto De Kelly No Momento em Qui Foi Morta


Mais Algumas Fotos sobre Kelly Ciclone


Cyclone colecionava armas, muito dinheiro e celulares


Kelly era esposa de um dos líderes do tráfico de drogas de Salvador


Jovem foi presa com mais 43 pessoas no bairro da Boca do Rio


Kelly mantém 10 perfis lotados na rede de relacionamento Orkut

FONTE: PMSC NEWS

Corpo de Kelly Cyclone vai ser enterrado nesta segunda (18)

Ela foi assassinada na madrugada desta segunda-feira (18), no centro de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador

Redação CORREIO
Vai ser enterrado às 16 horas desta segunda-feira (18), no Cemitério de Portão, o corpo de Kelly Sales Silva, 22 anos, conhecida como Kelly Cyclone e Kelly Doçura. Ela foi assassinada na madrugada desta segunda-feira (18), no centro de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador.


O corpo, que foi liberado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) por volta do meio-dia, apresentava marcas de tiros nas costas e ferimentos por faca. Segundo a polícia, Kelly pode ter sido vítima de espancamento.

FONTE : IBAHIA

Filho de policial civil é suspeito de morte de Kelly Cyclone (19/07)

Foto: Marina Silva

Kelly Cyclone foi assassinada aos 23 anos

Bruno Villa, Anderson Sotero
e Adriana Planzo | CORREIO
mais@correio24horas.com.br

Aos 8 anos, Kelly Sales Silva era uma menina escabreada, dessas que não gostam de sair de casa e preferem passar o dia com as  bonecas. Aos 20 anos, rebatizada Kelly Cyclone, aparece em seu perfil no orkut empunhando pistolas. No início da adolescência, era tão acanhada que parentes a chamavam de bicho do mato. Aos 21, é conduzida à delegacia por participar de uma festa regada a cocaína na Boca do Rio.

Se para familiares a tímida Kelly Silva só existia na memória, ontem foi o dia deles se despedirem de Kelly Cyclone, famosa pelos namoros com traficantes e participação em festas de pagode.

A mesma tragédia que marcou sua vida, lhe deu fama e fascinou  jovens admiradores. Na madrugada de ontem, Kelly foi vítima da personagem que criou, morta a tiros e facada em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, após sair da festa de pagode Salvador Fest.

Seu corpo foi encontrado no centro da cidade, com um short e uma camisa da Seleção Argentina, sua preferida. “Ela colecionava camisas de futebol. Admirava a raça dos argentinos”, contou o  pai, o comerciante Antônio Silva, 55 anos.

Infância
Kelly passou a infância do bairro de Itinga, em Lauro de Freitas. Se na rua soltava poucas palavras e tinha dificuldade de se relacionar com outras pessoas, dentro de casa se sentia mais segura e era a palhaça da família.

“Até completar 13 anos, ela era um bicho do mato, tinha vergonha das pessoas. Mas dentro de casa sempre foi palhaça. Gostava de chamar o nome da gente arrotando”, lembrou Rosiele Sales Silva, irmã da vítima.

Da expressão inocente na adolescência até a fase desinibida do corpão tatuado, Kelly Doçura namorou com traficantes, virou referência para jovens da periferia, atração em show de pagode e figura conhecida da polícia – terminou sendo executada com dois tiros pelas costas

Kelly vivia uma infância comum. Morava com os pais, casados há 30 anos, e frequentava escolas particulares em Lauro de Freitas – a Sonho do Vovô, Sesi e Nossa Senhora de Fátima. “Ela sempre estudou. Era uma boa menina”, contou Antônio.

Metamorfose
Quando o assunto é qual acontecimento na vida da menina a levou a se envolver com traficantes, familiares discordam. Para Rosiele, o principal motivo foi a separação de Antônio e da mãe, a comerciante Maria Aparecida Silva, há sete anos. “Depois que nossos pais se separaram, a vida da gente virou de cabeça para baixo. A gente ficou revoltada”, disse.

Para outra irmã, Carla Sales Silva, 25, o motivo foi o suicídio do seu primeiro namorado, Anderson, à época com 17 anos, de quem estava grávida. A morte do primeiro amor e a separação dos pais aconteceram na mesma época. “Kelly estava com 16 anos e seis meses de gravidez e só falava em se matar”. A família chegou a encontrar veneno de rato no quarto. À época, ela morava com a irmã e o cunhado no Engenho Velho de Brotas.

O trauma fazia com que Kelly tivesse visões de que estava jogando o filho, hoje com 5 anos, pela janela.  A adolescente reservada passou a frequentar festas e a sair bastante. Nesta época, ganhou seu primeiro apelido – Kelly Doçura.

Em entrevista ao CORREIO em 25 de fevereiro do ano passado, após ser detida e liberada por participar de uma festa regada a cocaína na Boca do Rio, ela explicou a origem do apelido. “Eu namorava com Bombado Doçura, percussionista do Saiddy Bamba”. Depois o músico criou a banda O Báck, que compôs a canção Lobo Mau.

Bandidos ligados ao traficante Mão, outro suspeito, trocaram tiros com polícia

Cyclone
Com o fim do namoro, Kelly, já conhecida como Kelly Cyclone, por só usar roupas da marca, começou a se envolver com traficantes e a registrar em seu corpo, com 20 tatuagens,  a história de sua vida. No punho direito, ela tatuou o nome de Sidnei Ferreira, traficante do Garcia morto há quatro anos. As armas que apareceu segurando no orkut eram do namorado.

Em entrevista ao CORREIO, ela falou sobre o namoro e negou ser uma das chefes do tráfico . “Sidnei foi o amor da minha vida. Nunca me meti nas coisas dele”. No cocuruto, ela levava o nome de outro amor, o assaltante Hugo, morto em uma briga. No quadril, tatuou um resumo do que foi sua trajetória. Escreveu: “Vida Loka”.

Kelly morava em Vila de Abrantes, na casa dada pelopai. “Todo mês  mandava R$ 300 para ela”, diz Antônio.  O pai sabia que Kelly, que seria candidata a vereadora de Salvador ano que vem, se envolvia com criminosos. “Falava para ela sair dessa. Mas era metida a maluquinha, me chamava de careta”.

Filho de policial civil é suspeito de morte
Existem duas versões para a morte de Kelly. Na primeira, contada pela família, o motivo é passional. A jovem teria sido assassinada por um rapaz de prenome Gustavo, que a ameaçou por ela ter recusado seu pedido de namoro. O rapaz é filho de um policial civil conhecido como Braga, que mora em Lauro de Freitas.

Já moradores do centro do município apontam como algoz Wellington Nunes, o Mão, traficante da localidade de Casinhas, no final de linha. O crime estaria relacionado com a disputa do tráfico – Kelly foi ex-namorada do traficante Toni Rogério, o Tonny, que, mesmo preso na 23ª Delegacia, em Lauro, continua no controle das bocas da Rua 4, na comunidade de Vila Praiana.

Kelly foi assassinada na Rua Roneialdo de Brito, no centro de Lauro de Freitas, com camisa da seleção argentina que costumava usar. O local estava bastante movimentado por causa dos bares. Testemunhas contaram que, por volta de 1h, um carro de cor escura parou próximo ao prédio da Previdência Social. Instantes depois, Kelly desceu correndo e sangrando na região abdominal – posteriormente foi constatado pela perícia uma lesão provocada por facada.

Em seguida, um homem disparou duas vezes de dentro do veículo, atingindo Kelly nas costas, que ainda cambaleia por dois metros antes de morrer em praça pública.

A última vez que Kelly  foi vista com vida por familiares foi na edição de domingo do Salvador Fest, no Parque de Exposições. Acompanhada pela irmã e três amigas, Kelly chegou na apresentação da banda Pixote. Ela se sentiu mal e queria ir embora, mas a irmã pediu para que ficasse. “Parecia até que ela estava sentido que algo de ruim ia acontecer”, contou. Kelly cedeu aos apelos e, durante o show de A Bronkka, ela foi carregada nos ombros de um amigo.

Segundo familiares, no final do evento, Kelly recebeu uma ligação de Gustavo, que a aguardava na entrada do Parque de Exposições. A irmã chegou a pedir para Kelly não ir, mas a jovem disse que logo retornava. Horas depois, parentes e amigos receberam a notícia de que Kelly estava morta no centro de Lauro de Freitas.

RIXA
A segunda versão liga o crime à briga por controle do tráfico de drogas. Moradores do centro de Lauro apontam o traficante Mão como um dos envolvidos na execução. Kelly Cyclone teria sido morta porque foi ex de  Tonni, rival de Mão. No entanto, a delegada Cristiane Santos de Oliveira, da 23ª Delegacia, que presidiu o levantamento cadavérico, descarta essa possibilidade.

De acordo com ela, Mão e três comparsas assaltaram um posto de combustível na estrada do Coco e, durante fuga num Fox vermelho, trocaram tiros com a Polícia Militar, por volta das 3h.

Segundo a delegada, o assalto ao posto aconteceu por volta das 19h. Os bandidos levaram mais de R$ 600 em dinheiro, além de uísque e a chave de um Honda Civic de uma mulher que calibrava o pneu no posto.

Um policial militar que estava no Hospital Menandro de Farias estranhou a movimentação no posto e acionou uma guarnição do Serviço de Inteligência da Polícia Militar que passou a seguir o veículo e montar campana.

Os bandidos perceberam a presença dos policiais na Rua 2, em Vila Praiana, e fugiram. Abandonaram o veículo e continuaram a fuga a pé. No confronto, logo depois, a polícia prendeu Cláudio Gama dos Santos e uma adolescente de 17 anos. No Fox foram encontrados 70 dolões de maconha, certa quantidade de cocaína e crack, além de relógios, celulares roubados, além de uma máquina de cartão de crédito. (Por Bruno Wendel e Adriana Planzo.

FONTE: CORREIO BAHIA . GLOBO.COM

PM APREENDE SUSPEITO DE MATAR KELLY CYCLONE

Essa é a última imagem de Kelly! Antes de morrer.Foto tirada ontem, horas antes do assassinato de Kelly

O Batalhão de Rondas Especiais da Polícia Militar da Região Metropolitana de Salvador (Rondesp/RMS) apreendeu, por volta das 21h desta segunda-feira (18), um adolescente apontado como suspeito de

matar Kelly Sales Silva – a Kelly Cyclone. De acordo com o chefe de comunicação da PM, capitão Marcelo Pita, o grupamento fez diligências na área indicada por denúncias anônimas e encontrou W.S.S., de 17 anos, na Rua Valença, no bairro do Vilamar, em Itinga. O jovem portava 14 trouxas de maconha e cinco pedras de crack e foi encaminhado à 23ª Delegacia de Lauro de Freitas. Além do porte de drogas, a unidade apura o suposto envolvimento do rapaz no crime contra a chamada “patroa do tráfico”.

FONTE : PORTAL BAHIA NOTÍCIAS  

Exclusivo: Kelly Cyclone revela detalhes sobre fama de “patroa do tráfico”

Quem vê o sorriso largo de Kelly Sales Silva não imagina a fama que a garota tem. Conhecida como Kelly Cyclone, em referência à marca de roupas, revelou nesta quinta-feira (31) ao Bocão Newssuas aflições e tentou desmistificar a imagem de “patroa do tráfico” que tem desde que se envolveu com o traficante Sidney e foi presa na famigerada “festa do pó”, em Salvador.No quintal de sua casa, localizada em um município da Região Metropolitana de Salvador, Kelly recebeu a equipe do Bocão News. Meio acanhada no início, a entrevistada falou que tem um comportamento normal, que se diverte nas festas, dança e até bebe, mas que não usa drogas. “As festas que eu vou são no Wet’n Wild e no Oba Oba”. Questionada sobre a tal festa do pó, em que foi presa na Boca do Rio, em Salvador, Kelly foi enfática:
“Festa do pó nunca mais. Apesar de que não foi a festa do pó, mas é o que todo mundo fala”
.A garota vai além: “nunca andei com drogas na minha vida. Se tiver alguém do meu lado eu digo que se quiser sair comigo pode, mas não com flagrante de droga”. Kelly diz não ser perigosa e que até está acostumada a ser revistada pela polícia, ação que acontece rotineiramente. “No Muquiverão os policias sem farda me tiraram do camarote, me puxaram e me levaram dizendo que era averiguação. Teve um que me deu uma broca tão grande que eu voei longe. Nenéu, dono do Parangolé, até viu”, disse rindo.Sobre o relacionamento com o traficante Sidney, com quem tem um filho, ela afirmou: “sinto muita falta dele, independente do que ele era. Ele brigou muito quando viu aquelas fotos no Orkut com as armas, mas fazer o quê? Não viveria isso de novo, mas tentaria mudar a vida dele”.E foi com esse propósito de mudança que Kelly Cyclone concedeu entrevista ao Bocão News, acompanhada da mãe Cida, do padrasto e de uma amiga, e comentou sua popularidade entre os policias: “no carnaval, os policiais que gostam de mim falaram comigo, perguntaram se estava tudo bem. Da Barra até a Ondina ninguém procurava comigo e nem eu procurava briga com ninguém”.
Apesar de se dizer inocente na maioria das acusações, Kelly acha graça de toda a história e se mostra seduzida pela fama de vida louca, filosofia de vida que fez questão de tatuar no corpo. Mas nessa loucura que se tornou a vida de Kelly, a “festa do pó” foi o fato que mais contribuiu para que a garota ficasse conhecida e até fosse admirada: “toda festa que eu vou o povo sempre quer falar comigo e tirar foto. Antes o povo só me conhecia pelo Orkut, agora as pessoas sabem que eu passei no Se Liga Bocão”.
Sobre um possível espancamento pela polícia, Kelly se mostrou receosa: “nem gosto de falar nisso pra eles não ficarem com raiva. Até porque porrada dada ninguém tira”. Neste momento da entrevista, a mãe interveio: “tenho muito medo de perder minha filha”. Ao finalizar a entrevista, Kelly Cyclone revelou ao Bocão News: “eu quero mudar minha imagem porque eu não agüento mais. Creio em Deus que tudo vai mudar. Porque quem não deve não teme, e quem deve é que tem que se esconder”.
Kelly Cyclone e a mãe ao fundo
FONTE : BOCÃO NEWS

Kelly Cyclone ganha centenas de comunidades e seguidores nas redes sociais(21/07)

kelly cycloneMais de 600 comunidades foram criadas em sua homenagem!

Assassinada na madrugada de segunda-feira (18), Kelly Sales de Silva, de 22 anos, conhecida como Kelly Cyclone, possui centenas de comunidades e seguidores nas redes sociais. As informações são da Rádio Sociedade.

No Twitter, seu perfil já tem mais de 1.400 seguidores. Cerca de 20 vídeos no YouTube, somam quase 35 mil visualizações e no Orkut são mais de 600 comunidades, uma das quais possuem mais de 10 mil participantes.

Em geral, as mensagens são lamentos de fãs, palavras de apoio à família e mensagens de que ela não será esquecida. Mas existem também críticas sobre a conduta da moça e o seu envolvimento com o crime e o mundo das drogas.

Em um fórum de discussão, um rapaz convoca os usuários da rede a invadir o cemitério e desenterrar o corpo de Kelly para pendurar seu corpo de cabeça para baixo para “servir de exemplo”.

Em muitas comunidades do Orkut, também era possível ver que muitos usuários criaram tópicos apoiando o ocorrido.

Conhecida como Kelly Doçura, Kelly Cyclone ou Patroa do Tráfico, a vítima promovia festas em Salvador, nas quais o uso de cocaína é liberado, e foi vítima de homicídio por arma de fogo na madrugada de segunda-feira. Ela foi vista pela última vez no Salvador Fest, quando teria ido encontrar um ex-namorado.

Segundo a polícia, cinco testemunhas já foram ouvidas, entre elas um jovem de 17 anos, que foi liberado na terça-feira (19) após prestar depoimento.

A jovem apresentava sinais de espancamento pelo corpo, marca de tiro nas costas, além de sinais de esfaqueamento na barriga, e foi encontrada em via pública, próximo ao prédio da Previdência Social, em Lauro de Freitas.

O corpo de Kelly foi enterrado na tarde de segunda-feira, no Cemitério de Portão, também em Lauro de Freitas, o sepultamento reuniu familiares e uma multidão de curiosos.

Retrato falado

O principal suspeito do assassinato de Kelly Cyclone fez, na quarta-feira (20), o retrato falado dos três homens envolvidos na morte da jovem. Filho de um policial civil, ele prestou depoimento na terça-feira (19), e negou envolvimento no crime.

O rapaz, de 23 anos, negou também a versão dos pais da vítima de que ele estaria namorando Kelly e alegou que a conhecia havia apenas 15 dias.

Ele disse ainda que estaria em seu automóvel, um Gol, na rua Romualdo Brito, quando foi fechado por um Ford Focus Prata, de onde teriam descido dois homens. A jovem teria descido do carro assustada, onde foi vítima de disparos pelas costas feitos por um terceiro homem ocupante do carro.

Entre os outros suspeitos estão um ex-namorado de Kelly – um suposto traficante conhecido como Mão – e outro traficante, também ex-namorado da vítima, que seria rival de Mão. O suspeito está preso, mas ainda é apontado como chefe do tráfico na Vila Praiana.

R7

Assassinato de Kelly Cyclone: Suspeito Nega a Acusação(22/07)

Ex-namorada de traficante, Kelly Sales de Silva, conhecida por Kelly Cyclone, tornou-se holofotes das redes sociais e YouTube, depois de assassinada. Nesta terça-feira o principal suspeito negou ter assassinado a jovem.

O depoimento foi nesta terça-feira, na delegacia de Lauro de Freitas, em Salvador, Bahia, de acordo com a Rádio Sociedade. Apontado como suposto namorado, ele negou o seu envolvimento com Kelly, alegando tê-la conhecido há apenas 15 dias.

Segundo a sua versão, ele estava dentro de um Gol quando foi fechado por um Ford Focus Prata, de onde teriam descido dois homens e um terceiro fez os disparos contra Kelly.

Gustavo, é a primeira versão para a morte de Kelly. O suspeito é filho de policial e segundo relatos, ele teria ameaçado Kelly por ter recusado seu pedido de namoro.

A outra versão para o crime está relacionada com a briga pelo controle do tráfico, em que envolve o rival do ex-namorado de Kelly, apelidado de Mão. Entretanto, essa possibilidade foi descartada pela delegada Cristiane Santos Oliveira.

Segundo Oliveira, Mão teria assaltado um posto de combustível na estrada do Coco, num Fox vermelho, por volta das 19h e trocado tiros com a polícia por volta das 3h.

De acordo com testemunhas, Kelly foi assassinada na rua Roneialdo de Brito, no centro de Lauro de Freitas, por volta da 1h. Ela desceu de um carro de cor escura que parou no local sangrando na região abdominal e recebeu tiros nas costas disparados por um homem de dentro do carro.

O corpo de Kelly foi enterrado nesta segunda-feira à tarde, no Cemitério de Portão, em Lauro de Freitas.

FONTE: THE CRHISTIAN POST

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