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Betty Lago posta foto careca, atriz em tratamento contra câncer!

 foto – Divulgação/InstagramA atriz Betty Lago publicou em seu perfil no Instagram uma foto em que aparece sem chapéu, mostrando os poucos cabelos. Junto da imagem, ela escreveu: “My hair and I” (“meu cabelo e eu”).

Betty Lago comemora personagem popular em ‘Vidas em Jogo’

 

Betty Lago interpreta uma empregada doméstica na nova novela da Record. Foto: Luiza Dantas/Carta Z Notícias/DivulgaçãoA atriz interpreta a empregada doméstica Marizete em Vidas em Jogo
Foto: Luiza Dantas/Carta Z Notícias/Divulgação 
Márcio Maio

A comédia sempre pareceu uma zona de conforto para Betty Lago. Tanto que a atriz coleciona papéis de sucesso no gênero. Mas, exceto pelo humor, poucas características aproximaram suas personagens do grande público. Agora, na pele da despachada empregada doméstica Marizete, de Vidas em Jogo, da Record, a atriz experimenta, pela primeira vez, um tipo completamente distante do requinte e elegância que a bem trilhada carreira internacional de modelo deixou em seu currículo.

“Acho que foi esse o grande barato de assinar com a Record: experimentar um papel que já é popular no texto. Dizer que eu só posso interpretar com traços de classe é a mesma coisa, na minha opinião, que falar que pobre não pode ter traços finos”, critica.

Seu contrato de cinco anos com a emissora não impede que a atriz continue investindo também na função de apresentadora. Tanto que ela concilia as gravações da novela de Cristianne Fridman com o programa Pirei, em sua primeira temporada no GNT. “Sei que vou trabalhar feito louca, mas feliz. Para mim, isso é o mais importante”, afirma.

TV Press – Em Vidas em Jogo, você interpreta uma empregada doméstica. Sentia falta de sair da imagem de elegante que carregava desde a época de modelo?
Betty Lago – Sentia, sim, mas não ficava batalhando por isso. Até pedi para fazer testes em alguns personagens, mas falavam que não tinha nada a ver. Diziam que não passaria credibilidade. Ora, é claro que tem credibilidade, só depende de quem está fazendo! Achei interessante quando o Avec (Alexandre Avancini, diretor de Vidas em Jogo) me chamou falando que a Cristianne Fridman disse que eu poderia fazer esse papel.

TV Press – Você chega a buscar inspiração em casa, com sua própria empregada?
Betty– Olha, a minha empregada já tem atitude de quem ganhou na loteria! E a gente está junto há uns 30 anos, a gente viaja, faz tudo junto! Depois de tanto tempo, já é uma grande amiga minha. Mas, às vezes, eu leio o texto e pergunto como ela falaria determinadas frases ou expressões. E ela, claro, reage sempre com um tom abusadíssimo. Então, não chega a ser uma inspiração, mas uma espécie de consultoria.

TV Press – E onde você buscou essa inspiração?
Betty– A gente sempre vê essas empregadas de uniforme, passeando pelas ruas. E tenho uma certa implicância com essa coisa de uniforme. Você vê aquelas babás de manhã, passando um calor infernal… Eu sei que é cada um fazendo o seu trabalho, mas não precisa tanto, não é? Você vê mais isso no Brasil do que em qualquer outro país desenvolvido. Essa “pseudopompa” de “ah, eu tenho de servir com as bandejas de prata”, tudo engomadinho demais, com “sim, senhora” e “não, senhora” é um comportamento subserviente que é a cara da nossa cultura. Então, minha inspiração é na gente mesmo.

TV Press – Você andava atuando cada vez menos. Era proposital?
Betty – Não vejo dessa forma. Eu fiz Cinquentinha e o Miguel Falabella chegou a me chamar para fazer A Vida Alheia. Mas o Aguinaldo ia fazer uma segunda temporada de Cinquentinha e existe aquela política da Globo – que acho errada – de colocar reserva. Eu não estava contratada e não pude trabalhar com o Miguel. Conclusão: Cinquentinhanão rolou e a Marília Pêra interpretou a minha personagem. Isso dá uma desanimada, não vou negar.

TV Press – Você ficou decepcionada?
Betty – Fiquei chateada porque queria fazer A Vida Alheia. Aí, pintou o convite para a nova novela do Miguel, que vai entrar no ar depois de Morde & Assopra, e para o seriado dele, que talvez entre em produção depois disso. Já estava certo. Fiquei esperando a resolução. Nesse meio tempo, saí do Saia Justa e fui conversar com o GNT para fazer o Pirei.

TV Press – Como o Miguel Falabella reagiu quando soube que você assinaria com a Record?
Betty– Conversei com ele e, como eu já esperava, rolou aquele choque inicial porque ele já estava escrevendo e tinha avançado bastante nesses projetos. Falei sobre o personagem que tinham me oferecido e que queria fazer essa novela. Inclusive antes de assinar com a Record. Acho que a gente tem de ter essa leveza, precisa ir ali e fazer um pouquinho, vir aqui e fazer um pouquinho… O Miguel parou, me olhou e disse: “Tá bom. Vai lá e vê se tem um lugar para mim também” (risos).

TV Press – Sua última novela foi em 2007, Pé na Jaca. Estava evitando esse formato?
Betty– Quando você avança na carreira, é mais interessante se arriscar em outras coisas e não ficar emendando uma novela na outra. Não tenho nada contra esse gênero, mas não vejo que, como atriz, eu precise estar sempre no ar. Existe um pouco essa ideia no Brasil de que se você não está em novela – principalmente da Globo – não está fazendo nada. E eu estou com vontade é de viver! Eu, hein! Quero viajar, estudar, ler, me aprimorar…

TV Press – Mas o que a fez assinar por cinco anos com a Record?
Betty– Foi uma decisão que me deixou feliz. Eu poderia ter saído do Brasil, poderia me voltar mais para o cinema, mas eu assinei com a Record. Para mim, é uma relação profissional e a gente tem de buscar oportunidades boas. Foi o que fiz, agarrei uma que chegou. É mais um lugar para a gente trabalhar, uma empresa que me ofereceu um papel interessante, com pessoas e salário legais, não tive motivos para recusar. As pessoas comentam que eu deixei a Globo. Eu nunca tinha trabalhado na Record, mas também não estava contratada na Globo. Criam uma rivalidade que, na verdade, não existe.

TV Press – O compromisso de cinco anos não seria longo demais para alguém que preza sua liberdade artística?
Betty– Você acha cinco anos muito tempo? Olha, acho que tudo é negociável. Se me chamarem para um papel, vou conversar e, juntos, vamos analisar se tem mesmo a ver comigo. É claro que se você está contratado, fica à disposição, não discuto isso. Mas as pessoas aqui são inteligentes para colocarem você em projetos que tenham a ver com o que é bacana para você e sua carreira. Essa novela, por exemplo, deve durar um ano. Depois, vão sobrar só quatro anos. Não é tanto.

TV Press – Você teve alguma dificuldade de adaptação à Record?
Betty – Nenhuma. Eu vim sem qualquer expectativa. É tão raro isso, mas cheguei de peito aberto. Algumas pessoas falaram: “pensa bem porque você está deixando a sua turminha”. Mas eu não sou criança, não tenho turminha. E o texto da Cristianne é bem dinâmico, se parece bastante com o do Carlos Lombardi, com quem trabalhei bastante na Globo. Tem muita ação, movimento, é incrível. E o Avancini é craque em cenas de ação. Já fazia muitas em Anos Rebeldese isso foi em 1992!

Mudança preparada
Ao contrário de muitas modelos que se aventuraram como atrizes, Betty Lago jura que nunca sofreu preconceito na televisão. Tanto que guarda boas lembranças tanto de seus tempos de sucesso em passarelas internacionais, como Itália, Estados Unidos e França, quanto de suas aparições em novelas e minisséries. A primeira delas foi em 1992, quando interpretou a sofisticada Natália em Anos Rebeldes, de Gilberto Braga. “Eu já estudava para atuar há mais de dois anos quando comecei. Não fui jogada ali”, conta.

A repercussão foi das melhores possíveis. Tanto que no ano seguinte já marcava presença novamente em uma minissérie, Sex Appeal, e, em 1994, protagonizava, junto com Elizabeth Savalla, Letícia Spiller e Cristiana Oliveira, a saudosa Quatro por Quatro, novela reprisada recentemente pelo canal pago Viva.

Começou aí uma de suas parcerias profissionais mais bem desenvolvidas. Betty trabalhou com o autor Carlos Lombardi em seus principais sucessos, como Vira-Lata, Uga Uga, O Quinto dos Infernos, Kubanacan e Pé na Jaca. Mas não se limitou a atuar, reforçando sua proximidade com a moda no comando do programa GNT Fashion, no canal por assinatura GNT.

A receptividade com as telespectadoras foi boa o suficiente para Betty ser logo lembrada para ocupar uma posição de destaque nos debates femininos do Saia Justa. Agora, na Record, a atriz não descarta a possibilidade de se encaixar também em algum programa. Mas prefere não pensar nisso. Pelo menos por enquanto. “São áreas diferentes. Cheguei em fevereiro, está cedo ainda”, desconversa.

Sem pirações
Betty Lago não esconde que sentiu bastante sua saída do Saia Justa, no GNT. Mas hoje, acostumada com o rompimento desse “casamento” de cinco anos, encara como positivas as mudanças no programa. “Acho que a renovação é necessária sempre. Se essa é a proposta, estão no caminho certo”, analisa ela, que logo tratou de se renovar também no canal. A apresentadora agora está à frente do Pirei, programa que discute o que faz algumas pessoas “pirarem”. Como sapatos, por exemplo. “A ideia surgiu quando eu ainda estava no Saia Justae seria para o site do canal. Mas conversamos e chegamos a esse formato. Parece que agradou”, explica Betty, completando que o programa já ocupa oito horários da semana do GNT.

Trajetória Televisiva

# Anos Rebeldes (Globo, 1992) – Natália
# Sex Appeal (Globo, 1993) – Vicky
# Quatro por Quatro (Globo, 1994) – Abigail
# Vira-Lata (Globo, 1996) – Walkíria
# O Amor Está no Ar (Globo, 1997) – Sofia
# Pecado Capital (Globo, 1998) – Mila
# Uga Uga (Globo, 2000) – Brigitte
# GNT Fashion (GNT, 2000) – Apresentadora
# O Quinto dos Infernos (Globo, 2002) – Carlota Joaquina
# Kubanacan (Globo, 2003) – Mercedes
# Saia Justa (GNT, 2005) – Apresentadora
# Bang Bang (Globo, 2005) – Calamity Jane
# Pé na Jaca (Globo, 2006) – Morgana
# Guerra & Paz (Globo, 2008) – Marta Rocha
# Cinquentinha (Globo, 2010) – Rejane
# Vidas em Jogo (Record, 2011) – Marizete

Atriz troca a Globo pela Record: “dinheiro não é prioridade”

 

O olhar penetrante rendeu à atriz o papel de vilãs bem-humoradas na televisão. Foto: ReproduçãoBetty Lago atuará em novela da Record
Foto: Reprodução 

Flávia Muniz

Betty Lago trocou uma personagem escrita especialmente para ela na próxima novela de Miguel Falabella, Beijo na Boca, na Globo, para viver uma empregada doméstica, na Record. Se foi por dinheiro, ela garante que não. “Que coisa mercenária, cafona. Não tenho essa cabeça. Foi pelo pacote interessante de coisas”, afirma a atriz. Em Vidas em Jogo, de Cristianne Fridman, que estreia terça-feira (3), ela é Marizete, namorada de José (Felipe Martins) e funcionária de Regina (Beth Goulart). Sortuda, ganhará na loteria, o que mudará sua vida e seu caráter. Betty também concilia a trama com seu programa Pirei, no GNT.

Marizete é bem popular. Como está encarando essa mudança?
Acho que vou testar a popularidade lá no Centro da Cidade quando a novela estrear (risos). Acho muito legal aterrissar em um universo meio desconhecido para mim. As pessoas têm aquela ideia do Saia Justa(programa do GNT), eu era modelo, mas não tem nada disso, você pode transitar em todos os universos. Eu percebi isso na vida. Quero poder fazer qualquer coisa. Até musical, eu e Miguel (Falabella) já pensamos em fazer. Não canto, mas não quer dizer que não possa cantar, fazer aula intensivamente, chegar lá, colocar voz e ficar bonitinho.

O Miguel já tinha escrito uma personagem para você na próxima novela dele, né? E agora que você saiu, como é que fica?
Ele vai chorar na casa dele, e eu na minha (risos). A Marília Pêra é quem vai fazer.

Vocês e Marília estão sempre se cruzando. Você acabou ficando com a personagem dela em Cinquentinha, e ela com a sua em A Vida Alheia.
Eu amei a personagem em Cinquentinha. Só não mandei flores porque ela podia não entender. Podia achar que era deboche.

Como faz para criar uma personagem sem extrapolar, achar um meio termo e criar algo que você não conhece?
Acho que é fácil. No caso de ser uma empregada doméstica, a cultura brasileira, desde que você é pequeno, lida com o fato de ter uma empregada em casa. Mas eu jamais teria uma pessoa transitando na minha sala de uniforme, servindo em bandeja de prata. Acho o fim! Não é nem inspiração, é uma realidade que a gente vive muito latente no Brasil, do subalterno. Não é que todo mundo trate mal as empregadas. No Rio tem pessoas muito ricas, que recebem muito, até justifica essa coisa de estar uniformizado, etc e tal…

Como foi quando você se viu com uniforme de empregada?
Achei bonitinho, mas falei: “Ai, quando vou ficar rica?” É engraçado, principalmente porque é uma personagem. Essa oportunidade que tem de colocar uma roupa e viver outra pessoa é tão interessante.

O que muda na personagem quando ela fica rica?
Fica cafona, emergente. É tão preconceituoso, mas é verdade. Ela fica um pouco arrogante. Dinheiro faz isso, se você não tem a cabeça boa. Mas acho que ela vai se recuperar. Vou falar com a Cris sobre isso (risos). É horrível ser odiada pelo público.

O que faria se ganhasse o prêmio da Mega-sena?
Tanta coisa… Aquelas bem clichês, sabe? Arrumava a vida de todo mundo e vazava. Passava uma temporada em algum lugar.

Como está conciliando as gravações com o Pirei (do GNT)?
Gravo sábado e domingo à noite, ou às 7h da manhã. Se tenho que entrar na Record às 11h, a gente faz uma entrevista rapidinho. E por aí vai.

Por que você foi para a Record?
Porque é mais um lugar para gente trabalhar, é um lugar que me ofereceu um trabalho interessante, um salário interessante, com pessoas interessantes. Não tinha por que dizer não. É simples! Assinei contrato de cinco anos. As pessoas falam: “Ah, você deixou a TV Globo?” Daí eu tento explicar que a gente não deixa uma coisa quando não está, entendeu? Eu não estava na Globo, eu trabalhava lá. É como se amanhã eu saísse da Record para trabalhar novamente na Globo. Se cria uma certa rivalidade inexistente. Eu não estava contratada. Estava com esse projeto do Miguel, que era bem bacana, mas entre as coisas que me foram oferecidas… Isso aqui é business, que envolve a criatividade.

Foi pelo dinheiro?
Não vim pelo dinheiro, que coisa mercenária, cafona, não tenho essa cabeça. Foi pelo pacote interessante de coisas. Amo trabalhar com o Avancini (Alexandre, diretor), adoro o texto da Cristianne, entre uma série de coisas. Talvez se me oferecessem uma novela que não me interessasse e um salário enorme, eu não aceitaria. Dinheiro não é prioridade.

O papel foi escrito para você?
Não sei, mas a Cris, quando a gente se encontrou pela primeira vez, disse que gostaria muito que eu fizesse essa personagem. Ela conversou com o Avancini e eles chegaram à conclusão que eu poderia fazer. Acho ótimo.

Você conversou com o Falabella e disse que não ia mais fazer a novela dele?
Falei sim e contei da personagem, ele adorou. Acho que a gente tem que ter essa leveza de que está tudo certo. Você vai ali faz um pouquinho, depois faz outro pouquinho, amanhã faz cinema, teatro.

Depois de um tempo sem fazer novela, está preparada para o ritmo?
É como se fosse correr uma maratona. Começa com todo gás, mas sofre aquela barriga no meio, e nessa descida tem que pegar fôlego, mudar o ritmo, diminuir. Eu até parei de sair.

Quando saiu da Globo para Record esperava essa qualidade técnica?
Não criei expectativa nenhuma, que é uma coisa rara. Vim de peito aberto. Algumas pessoas da minha vida falaram: “Pensa bem, porque você está deixando sua turminha”. Eu não sou criança, né? Então, falei: “Tudo bem, trabalhei com a minha turminha desde 1992. Agora vou fazer outra turminha”.

Recebeu outras propostas para sair da Globo?
Há anos, mas não rolou. O Saia (Justa) também foi interessante, porque fiquei cinco anos no ar. Então, tinha tempo de fazer as coisas. Trabalhava terça-feira e o resto do tempo no computador, fazendo pesquisa. Dava para viajar, passar uma semana fora, cansei de fazer isso. Chegava segunda-feira, ia direto para São Paulo gravar, depois ia embora. Me deu liberdade. Mas não foram cinco anos sabáticos, porque fiquei fazendo coisas pontuais na Globo.

Voltaria para o Saia Justa?
Voltaria, por que não?.

Ficou magoada com a troca de elenco?
Eu, magoada? Não perco tempo com isso.

Com o que você pira? A coisa que eu mais piro é viajar. Ter esse poder de ir e vir. Sou completamente desprendida. Quando tenho uma brecha, pego minha mala e vou. Agora quero ir à Capadócia.

Betty Lago está gravando a todo vapor

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Betty Lago está gravando a todo vapor

Betty Lago está gravando a nova novela da Record há mais de um mês. Depois de deixar a TV Globo, ela dará vida a uma empregada em “Vidas em Jogo”.

É a primeira vez que Betty Lago deixa o estereótipo de rica, poderosa ou chique para viver um papel do povo. Porém, uma reviravolta vai acontecer e a tal empregada vai ficar rica depois de ganhar na loteria. Ela vai dividir o prêmio com Beth Goulart.

A trama de “Vidas em Jogo”, assinada por Cristianne Fridman, gira em torno desse grupo de apostadores da Mega Sena que vão ganhar o prêmio e mudar de vida. Mas a promessa é de muita confusão.

Nesse grupo em que está Betty Lago e Beth Goulart, também estão Guilherme Berenguer, Simone Spoladore e Cláudio Heinrich. Amandha Lee será uma cozinheira e Heinrich um garçom. Também estão confirmados para a trama Lucinha Lins, André Di Mauro, Leonardo Vieira, Thais Fersoza, Vanessa Gerbelli, Denise Del Vecchio, Ricky Tavares e Marcos Pitombo.

Veja como estão as atrizes 18 anos depois da estreia de ‘Sex appeal’Carolina Dieckmann, Camila Pitanga, Luana Piovani, Danielle Winits e Claudia

Continuam belas após quase duas décadas.

 

A série está sendo reprisada no canal Viva e mostra como o tempo só fez bem às atrizes, 18 anos depois. 

 

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