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Caminhos da Reportagem, hoje (12) panorama da leishmaniose

Divulgação – TV Brasil

A leishmaniose, doença que todos os anos afeta mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, é o tema do “Caminhos da Reportagem” inédito que a TV Brasil exibe neste domingo (12/07), às 20h. No Brasil, em 2018, quase 20 mil pessoas foram diagnosticadas com esta enfermidade.

A equipe viajou até os Estados da Bahia e do Maranhão para ouvir as histórias de quem convive com a doença. O programa “Leishmaniose, retrato do abandono” foi gravado antes da pandemia do novo coronavírus.

Causada por mais de 20 espécies de leishmania, um protozoário, a enfermidade é transmitida pela picada de diferentes espécies de insetos vetores. O principal deles, no Brasil, é o mosquito-palha. Existem dois tipos de leishmaniose: a tegumentar ou cutânea, que se manifesta na pele, e a visceral, mais conhecida como calazar, que afeta órgãos internos; nenhuma delas é contagiosa.

Em entrevista à atração jornalística, o dermatologista da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Paulo Roberto Lima Machado afirma que apesar de desconhecida para muita gente e com pouco investimento em novas medicações, a doença não é negligenciada. “O paciente é negligenciado. Infelizmente, esses indivíduos, a maioria que tem essas doenças de Chagas, hanseníase, leishmaniose, são indivíduos que têm baixas condições socioeconômicas e com isso pouco poder de pressão”, reforça.

A zona rural de Corte de Pedra, no interior da Bahia, é considerada uma região endêmica quando o assunto é a leishmaniose cutânea. Jonas de Jesus e sua esposa, Tatiele de Jesus Oliveira, conviveram de perto com a doença. Em Jonas, os primeiros sinais se manifestaram há mais de dez anos – uma ferida na testa, que ele acreditava ser uma espinha. Depois disso, mais de duas mil lesões tomaram todo seu corpo. “Sentia febre alta, doía muito mesmo. Não sentia muita fome, comia bem pouco, emagreci mesmo”, ele conta.

O tratamento da leishmaniose cutânea é feito por injeções, o que, para o dermatologista da UFBA, já representa um problema. “É uma doença que atinge pessoas que vivem em áreas rurais, em áreas de florestas, longe de centros urbanos. Essas pessoas têm que se deslocar diariamente durante 20, 30 dias para tomar essas injeções, que têm inúmeros efeitos colaterais”, afirma. Jonas, por exemplo, conta que já interrompeu o tratamento algumas vezes, por falta de condições econômicas de ir até o hospital.

Na mesma região, a equipe de reportagem conversou com Vadalberto Oliveira, que convive com a leishmaniose ainda ativa e faz tratamento para cicatrizar as marcas da doença em seu nariz. Quando recebeu o diagnóstico também descobriu que era soropositivo. A baixa imunidade agravou o seu estado de saúde.

Ao contrário da leishmaniose cutânea, na leishmaniose visceral os sintomas são internos, como a barriga inchada, febre e perda de peso. O ciclo de transmissão desse tipo da doença também é diferente. Enquanto no tipo tegumentar ou cutâneo o mosquito pica a pessoa, no visceral o mosquito pica um hospedeiro infectado, geralmente o cachorro, e depois pica o ser humano.

A médica infectologista Conceição de Maria Pedrozo, da Universidade Federal do Maranhão, afirma que o estado inteiro tem leishmaniose e com histórico de começar em áreas de desmatamento.  “E se juntou a isso o aparecimento do HIV. Então o HIV desceu para os locais de menor suporte, interiorizou e se encontrou com a leishmaniose visceral. Hoje a gente tem duas doenças juntas formando um verdadeiro cenário de comorbidades bastante importantes no nosso cenário de doenças”, completa.

Moradora da periferia de São Luis, a dona de casa Vanessa Veloso começou a sentir dores de cabeça e enjoo. “Tudo que eu comia fazia mal, vomitava. Passava mal, tinha febre todas as noites, madrugada eu sentia febre. Inchou o abdômen e várias vezes eu vomitava sangue também”, lembra. Ela demorou seis meses para procurar ajuda médica. Ficou internada e hoje vai ao hospital a cada quinze dias.

O tratamento da leishmaniose visceral também é feito por via venosa e o paciente precisa ficar sob supervisão médica. Vanessa hoje recomenda a quem está se sentindo mal com sintomas da leishmaniose visceral que vá ao médico o quanto antes. “Eu demorei. Demorei bastante e, se eu tivesse demorado mais um pouquinho, eu não estaria aqui contando essa história”, conclui.

Fala Brasil – Edição de Sábado lidera por quase 3 horas

 

Neste sábado (04/07), o “Fala Brasil – Edição de Sábado” ficou na liderança durante 176 minutos, ou seja, quase 3 horas, e conquistou o segundo lugar isolado em São Paulo.

Comandado por Carla Cecato e Thalita Oliveira, o jornalístico da Record TV, que foi ao ar das 7h ao meio-dia, marcou 4,5 pontos de média, pico de 6 pontos e share de 18%, contra os 4,8 pontos da TV Globo e os 3,3 pontos de média do SBT.

No Rio de Janeiro, o telejornal foi vice-líder com 4 pontos de média, pico de 6 pontos e share de 16%, contra 3 pontos de média do SBT.

Conexão Repórter, hoje (06) entrevista exclusiva com Frederick Wassef

 

Divulgação – SBT

Nesta segunda-feira (06/07), a partir da meia-noite, no SBT, o “Conexão Repórter” traz uma entrevista exclusiva com Frederick Wassef. Diante de Roberto Cabrini, ele responde às questões em uma entrevista de duas horas, gravada neste domingo (05/07), em três diferentes cenários e obedecendo o devido distanciamento.

Wassef se encontra com Cabrini no bairro do Morumbi, em São Paulo, e aceita levar o jornalista à residência-escritório em Atibaia, onde Fabrício Queiroz foi encontrado e preso pela polícia no dia 18 de junho. No caminho, revela as circunstâncias em que abrigava o ex-assessor parlamentar do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Wassef mostra a propriedade a Cabrini, enquanto explica como permitiu que Queiroz frequentasse pelo menos dois endereços em seu nome, como o próprio Wassef admite na entrevista – além da casa em Atibaia, a 60 km da capital paulista, um apartamento no litoral.

Ainda na noite deste domingo, em um hotel de Atibaia, Wassef é entrevistado por Cabrini. Ele fala sobre sua relação com o presidente Jair Bolsonaro.

TV Cultura conta com novidades nesta segunda

 

Divulgação – TV Cultura

A partir desta segunda-feira (29/06), a TV Cultura contará com novidades.

Estreias

S.O.S Fada Manu

S.O.S Fada Manu narra as desventuras de Manu, uma aprendiz de fada madrinha, que pretende resolver os problemas de todos os habitantes do Reino com seu guarda-chuva, que é, na verdade, uma varinha mágica. Junto com seus amigos, o medroso João e o Duque, um sapo que acredita ser nobre, Manu ajuda as personagens de contos de fadas. Vai ao ar de segunda a sexta, nas manhãs do Quintal da Cultura, a partir das 7h30.

Ricky Zoom

Ricky Zoom traz o dia a dia do personagem que dá nome à série: Ricky Zoom. Construído para a velocidade, ele é uma pequena motocicleta que compartilha suas experiências e aventuras com sua comunidade e moto-amigos. Vai ao ar de segunda a sexta, nas manhãs do Quintal da Cultura, a partir das 7h30; e aos sábados e domingos, às 13h30.

Rev & Roll

Pela primeira vez no Brasil e exclusivamente na TV Cultura, Rev & Roll conta a história de Rev e seu melhor amigo, Rumble – um caminhão poderoso e ambicioso com personalidade de filhote. Lado a lado, eles partem em aventuras na cidade de Fender Bend. A animação vai ao ar de segunda a sexta, nas manhãs do Quintal da Cultura, a partir das 7h30; e aos sábados e domingos, às 13h45.

Trombra Trem

A animação nacional Tromba Trem acompanha a jornada de um elefante indiano sem memória, uma tamanduá vegetariana e uma colônia de cupins que acredita ser de outro planeta. Juntos, Gajah, Duda e a colônia viajam num trem a vapor pela América Latina. Criada e dirigida por Zé Brandão, vai ao ar de segunda a sexta-feira, nas tardes do Quintal da Cultura, a partir das 14h; e aos sábados, às 9h15.

Cocoricó

A TV Cultura estreia uma versão remasterizada em alta definição do Cocoricó. O infantil retrata o dia a dia de Júlio e seus amigos. Vai ao ar de segunda a sexta-feira, nas manhãs do Quintal da Cultura, a partir das 7h30; e aos sábados e domingos, às 14h15.

Bubu e as Corujinhas 

A emissora passa a exibir novos episódios da série das corujinhas. Bubu e as Corujinhas retrata a história de Bubu, uma coruja que vive com sua família na floresta de Los Arboles. Vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h15 e 13h45; e aos sábados e domingos, às 14h.

TV Aparecida exibe “Viola Perpétua” nesta quarta, 17

 

Divulgação – TV Aparecida

Nesta quarta-feira (17/06), às 19h30, “Viola Perpétua” ganha destaque na programação da TV Aparecida. Com exibição dentro do Festival Caipira, o longa de Mário de Almeida, inédito na emissora, apresenta o ambiente das orquestras de viola no Estado de São Paulo.

O projeto, com formato de documentário, tem como tema a cultura caipira focando histórias de pessoas que encontraram no segmento musical sertanejo e no som da viola meios de contato com um ideal em comum.

Entre os vários entrevistados do documentário estão alunos das “Oficinas de Música Caipira”, projeto especial de valorização da cultura caipira, desenvolvido na Escola Estadual Francisco Barreto Leme, no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP).