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Lázaro Ramos entrevista Ciro Gomes no “Espelho” desta segunda, 1

Divulgação Canal Brasil

No “Espelho” desta segunda (01/05), às 21h30, pelo Canal Brasil, Lázaro Ramos conversa com o político Ciro Gomes. Na entrevista, Ciro, que é o vice-presidente nacional do PDT e pré-candidato à presidência em 2018, fala sobre suas posições políticas, critica o governo de Michel Temer e afirma o que faria caso ganhasse as eleições no país. Leia trechos abaixo:

Candidatura em 2018: “Vou pensar cem vezes antes de ser, mas no momento em que lhe falo  acho que serei, sim. Acho que é uma responsabilidade. O Brasil está vivendo um drama, este drama não permite que uma pessoa que acumulou a experiência que eu acumulei, que acumulou a vivência, o conhecimento das coisas, da geografia humana, da geografia física, e mais do que isso, da responsabilidade política, tenha o direito de se omitir”

Ser presidente no momento atual: “Essa pergunta já me foi feita desde quando eu era garoto, com 25 anos, optei pela política, para mim, política não é meio de vida, é um ideal, uma vocação. Há um certo consenso de que ser bombeiro é muito nobre e de que ser político é um pardieiro de pilantras, mas a gente precisa mostrar por povo, com exemplo, não com conversa, de que tudo se resolve com política, nada é sem ela, do preço do feijão a condição de ser empregado e ter um salário decente e uma aposentadoria minimamente digna, tudo se resolve na política, pro bem ou pro mal”

Poder pra quê? “Pra fazer História. O meu prêmio é a imortalidade. Pronto. Vaidade é o prêmio ou a energia motriz das pessoas que são atores, políticos. Ela pode ser muito positiva se casada com a modéstia, moderação, solidariedade, compaixão”

Dilma/Lula: “A Dilma e o PT falharam gravemente, porém a crise tem explicações mais complexas. Primeira grande explicação, o Brasil abriu mão de ter um projeto nacional. Nosso modo de viver, nossa aspiração de felicidade equivocadamente está referida a um padrão de consumo e esse padrão de consumo não somos capazes de produzi-lo e a gente vinha pagando esse negócio vendendo matéria prima barata (…). O Brasil teve uma fratura exposta, a gente em vez de ser de esquerda e apostar na inteligência do povo e explicar o que estava acontecendo e repartir o sacrifício com devidas proporcionalidades, a gente foi pra “marquetagem, mentira. Medidas impopulares são necessárias, mas não é disso do que se trata”

Michel Temer: “Conheço o Michel Temer profundamente, fui colega dele. Ele era presidente da Câmara e eu deputado federal. Sabe a quem ele delegava as grandes iniciativas onde havia possibilidade de roubo? Ao Eduardo Cunha. E eu denunciei, chamei o Eduardo Cunha de ladrão e aí o Lula inacreditavelmente coloca esse cara na linha de sucessão, brincando de Deus”

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