Presidente do TST conversa sobre teletrabalho e demissões na TV Brasil

“O trabalho remoto veio pra ficar”, é o que pensa a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, entrevistada da edição inédita do “Impressões” que a TV Brasil exibe neste domingo (12/07), às 22h30.

Embora o trabalho remoto esteja fora do alcance da Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT), a ministra alerta que “é muito importante que tanto o empregado quanto o empregador busquem ter, cada um a seu modo, provas de que o trabalho está sendo realizado no período de oito horas”. “Apesar de haver flexibilidade, o empregado não pode trabalhar 18 horas por dia. Se ele fizer isso e comprovar, terá direito a horas extras”, explica.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Betania Tanure Associados (BTA) aponta que 43% por cento das empresas privadas passaram a adotar o trabalho à distância durante a pandemia, sendo que 60% dos funcionários dessas empresas estão trabalhando de casa.

A presidente do TST vê como vantagem a redução de custos para o empregador aliada à flexibilidade e otimização do tempo para o empregado. Peduzzi ainda lembra que mais de 20% dos acidentes de trabalho ocorrem no percurso entre a casa do trabalhador e a empresa. Se as pessoas não precisarem se deslocar para trabalhar, a expectativa, segundo a ministra, é a incidência desse tipo de acidente diminuir.

Mesmo antes da pandemia, o mundo do trabalho já vinha sofrendo transformações, que a ministra atribui à chamada quarta revolução industrial. O conceito, desenvolvido pelo economista alemão Klaus Schwab, diz respeito a uma mudança de paradigma surgida com a automatização de diversas esferas da vida.

Ela cita o surgimento dos motoristas que trabalham por meio de plataformas na internet. “Alguns mecanismos precisarão ser estabelecidos para disciplinar essas novas formas de trabalho que vão surgir não necessariamente sob o vínculo do emprego”, opina. “Temos que preservar o humano, não necessariamente o emprego”, completa.

O crescimento do teletrabalho é um fenômeno marcante da pandemia, mas a rescisão contratual é o motivo do maior volume de ações que chegam à Justiça do Trabalho. De acordo com a ministra, contudo, mais da metade dos casos é resolvida por meio de acordos e não chega a se tornar processo.

Em segundo lugar estão as ações que pedem a distribuição obrigatória de equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais da saúde. Entidades que representam trabalhadores da área também têm recorrido ao judiciário para ter prioridade no acesso aos testes de Covid-19.

Caminhos da Reportagem, hoje (12) panorama da leishmaniose

Divulgação – TV Brasil

A leishmaniose, doença que todos os anos afeta mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, é o tema do “Caminhos da Reportagem” inédito que a TV Brasil exibe neste domingo (12/07), às 20h. No Brasil, em 2018, quase 20 mil pessoas foram diagnosticadas com esta enfermidade.

A equipe viajou até os Estados da Bahia e do Maranhão para ouvir as histórias de quem convive com a doença. O programa “Leishmaniose, retrato do abandono” foi gravado antes da pandemia do novo coronavírus.

Causada por mais de 20 espécies de leishmania, um protozoário, a enfermidade é transmitida pela picada de diferentes espécies de insetos vetores. O principal deles, no Brasil, é o mosquito-palha. Existem dois tipos de leishmaniose: a tegumentar ou cutânea, que se manifesta na pele, e a visceral, mais conhecida como calazar, que afeta órgãos internos; nenhuma delas é contagiosa.

Em entrevista à atração jornalística, o dermatologista da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Paulo Roberto Lima Machado afirma que apesar de desconhecida para muita gente e com pouco investimento em novas medicações, a doença não é negligenciada. “O paciente é negligenciado. Infelizmente, esses indivíduos, a maioria que tem essas doenças de Chagas, hanseníase, leishmaniose, são indivíduos que têm baixas condições socioeconômicas e com isso pouco poder de pressão”, reforça.

A zona rural de Corte de Pedra, no interior da Bahia, é considerada uma região endêmica quando o assunto é a leishmaniose cutânea. Jonas de Jesus e sua esposa, Tatiele de Jesus Oliveira, conviveram de perto com a doença. Em Jonas, os primeiros sinais se manifestaram há mais de dez anos – uma ferida na testa, que ele acreditava ser uma espinha. Depois disso, mais de duas mil lesões tomaram todo seu corpo. “Sentia febre alta, doía muito mesmo. Não sentia muita fome, comia bem pouco, emagreci mesmo”, ele conta.

O tratamento da leishmaniose cutânea é feito por injeções, o que, para o dermatologista da UFBA, já representa um problema. “É uma doença que atinge pessoas que vivem em áreas rurais, em áreas de florestas, longe de centros urbanos. Essas pessoas têm que se deslocar diariamente durante 20, 30 dias para tomar essas injeções, que têm inúmeros efeitos colaterais”, afirma. Jonas, por exemplo, conta que já interrompeu o tratamento algumas vezes, por falta de condições econômicas de ir até o hospital.

Na mesma região, a equipe de reportagem conversou com Vadalberto Oliveira, que convive com a leishmaniose ainda ativa e faz tratamento para cicatrizar as marcas da doença em seu nariz. Quando recebeu o diagnóstico também descobriu que era soropositivo. A baixa imunidade agravou o seu estado de saúde.

Ao contrário da leishmaniose cutânea, na leishmaniose visceral os sintomas são internos, como a barriga inchada, febre e perda de peso. O ciclo de transmissão desse tipo da doença também é diferente. Enquanto no tipo tegumentar ou cutâneo o mosquito pica a pessoa, no visceral o mosquito pica um hospedeiro infectado, geralmente o cachorro, e depois pica o ser humano.

A médica infectologista Conceição de Maria Pedrozo, da Universidade Federal do Maranhão, afirma que o estado inteiro tem leishmaniose e com histórico de começar em áreas de desmatamento.  “E se juntou a isso o aparecimento do HIV. Então o HIV desceu para os locais de menor suporte, interiorizou e se encontrou com a leishmaniose visceral. Hoje a gente tem duas doenças juntas formando um verdadeiro cenário de comorbidades bastante importantes no nosso cenário de doenças”, completa.

Moradora da periferia de São Luis, a dona de casa Vanessa Veloso começou a sentir dores de cabeça e enjoo. “Tudo que eu comia fazia mal, vomitava. Passava mal, tinha febre todas as noites, madrugada eu sentia febre. Inchou o abdômen e várias vezes eu vomitava sangue também”, lembra. Ela demorou seis meses para procurar ajuda médica. Ficou internada e hoje vai ao hospital a cada quinze dias.

O tratamento da leishmaniose visceral também é feito por via venosa e o paciente precisa ficar sob supervisão médica. Vanessa hoje recomenda a quem está se sentindo mal com sintomas da leishmaniose visceral que vá ao médico o quanto antes. “Eu demorei. Demorei bastante e, se eu tivesse demorado mais um pouquinho, eu não estaria aqui contando essa história”, conclui.

Flamengo e Fluminense, SBT acerta transmissão da final do carioca

 

SBT encaminha Nota Oficial sobre transmissão de final

Neste sábado (11/07), a assessoria de comunicação do SBT encaminhou Nota Oficial sobre a transmissão do segundo jogo da final do Campeonato Carioca de 2020. Segue na íntegra:  

“É com muita alegria que informamos que o SBT acaba de firmar contrato com o Clube de Regatas do Flamengo para adquirir, com exclusividade em televisão aberta e para todo território nacional, os direitos de transmissão do segundo jogo da final do Campeonato Carioca de 2020, a ser realizado no dia 15 de julho,  às 21:00, que disputará com o  Fluminense F.C. Esperamos poder realizar um grande evento, com muita qualidade e com a descontração característica do SBT para levar esse grande espetáculo aos torcedores, fãs do futebol e espectadores, especialmente neste momento tão delicado em que vive o mundo e o país.

Bom jogo a todos!

A Diretoria”

Mega Senha, hoje (11) Ex-BBB Renan Oliveira e MC Mirella

Divulgação – RedeTV!

Marcelo de Carvalho recebe no Mega Senha deste sábado (11/07), às 23 horas, pela RedeTV!, a cantora MC Mirella e o ex-BBB Renan Oliveira. O game show testa os conhecimentos dos participantes em um jogo de raciocínio rápido. Quem acertar o maior número de senhas estará mais próximo de conquistar o prêmio máximo, no valor de um milhão de reais.

A funkeira canta pela primeira vez na televisão seu hit Abusada. No palco, MC Mirella fala da carreira e vida pessoal, revelando que não pensa em namorar no momento. “Estou focada no trabalho”, diz.

Reprise do “Show do Tom” garante melhor média do horário desde abril

A volta do “Show do Tom” à programação alavancou a audiência das noites de sábado na Record TV ao registrar a segunda melhor média do ano na faixa, atrás apenas da registrada em 18 de abril, ocasião em que a emissora obteve 6 pontos. 

Em sua exibição completa, das 22h30 à 0h01, no último sábado (04/07), o programa comandado por Tom Cavalcante obteve, em São Paulo, 5,4 pontos de média, o que corresponde a um acréscimo de 54% na audiência com relação ao índice marcado pelo canal no último mês, na mesma faixa. A média dos dias 6, 13, 20 e 27 de junho havia fechado em 3,5 pontos.

O pico deste sábado foi de 6 pontos com share de 10%.

No Rio de Janeiro, a atração garantiu a vice-liderança com média de 5 pontos, pico de 6 pontos e share de 9%.

Com Shaolin, Tiririca e Pedro Manso no elenco, a produção foi ao ar destacando participações especiais da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, da cantora Kelly Key e do consultor de etiqueta Fabio Arruda.